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16 de fevereiro de 2016 às 20:09
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Valadares diz que espera eleições mais limpas em 2016 e pede participação de eleitores na fiscalização

O senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) ocupou a tribuna nesta terça-feira (16) para falar sobre financiamento de campanha. O senador espera que a proibição do financiamento empresarial a partidos e candidatos assegure eleições mais limpas em 2016. Pois, segundo ele, o modelo anterior de financiamento de campanhas perpetuava os desmandos e enfraquecia o regime democrático.

Ele saudou o aumento da rigidez contra o abuso do poder econômico e na detecção do caixa dois em campanhas, mas disse ver como fundamental a participação do eleitor na fiscalização do processo eleitoral. “Temos que bater na tecla da conscientização do eleitor para que ele ajude nessa fiscalização, para evitar e rechaçar a corrupção eleitoral. Sem a participação do eleitor, a tarefa da Justiça Eleitoral jamais alcançará os resultados esperados”, disse.

Para Valadares, o mecanismo de financiamento eleitoral por empresas era uma fonte permanente de escândalos e ilegalidades, mas somente os desdobramentos da Operação Lava-Jato levaram à desmoralização das contribuições de pessoas jurídicas a campanhas políticas.

O senador frisou que o poder político deve sempre ter em vista o bem comum, não podendo ceder a “cobranças” de doadores. “As decisões de governo – e também as legislativas – não podem ser determinadas pelo poder econômico. Isso não quer dizer que as decisões não possam ser influenciadas por fatores econômicos, pois elas o são, assim como são influenciadas por fatores sociais, culturais, geopolíticos e outros. O que corrói nosso regime democrático é a dominação do espaço público por interesses exclusivamente privados”, disse.

Valadares acredita que as eleições municipais, neste ano, serão o grande teste da mudança quanto ao financiamento de campanha e que os eleitores, partidos políticos e candidatos são os grandes atores desse processo. “Com certeza, as eleições de 2016, que elegerão prefeitos e vereadores serão diferentes quanto ao aspecto do financiamento – quando a fiscalização será mais intensa e efetiva por parte da Justiça Eleitoral e do Ministério Público”, concluiu.

Por: Jornal Simãodiense

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