Bom dia • 20/03/2026
A entrada do nome de Priscila Felizola no jogo político para possível cargo de vice governadora na chapa de oposição é mais do que uma escolha política: é renovação de narrativa. E em Sergipe, a narrativa tem validade igual ou até mais do que estrutura. Trocando em miúdos, em Sergipe eleição não se ganha só com o poderio da máquina e sim se ganha com leitura certa pelo povo: o poder narrativo e a percepção do povo.
Para tanto, Priscila precisa ir além de uma composição para o efeito do seu nome não desaparecer e ter voz e presença de verdade na oposição.
Do outro lado, Fábio Mitidieri enfrenta erros de ter antecipado sua chapa e outros timigs. Enfrenta as consequências da venda da Deso e o descontentamento do povo nesse quesito é em outros setores.
No fim, ambos precisam melhorar de forma significativa suas narrativas, pois ganhará às eleições quem for melhor interpretado.
Por: Jornal Simãodiense jornalsimaodiense